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18 de fevereiro de 2026 por Brás&Filho

Mito ou Verdade: O ar condicionado aumenta o consumo do combustível?

A resposta é clara: sim, circular com o ar condicionado ligado aumenta o consumo de combustível.
Sempre que o ar condicionado é ativado, o compressor entra em funcionamento, sendo acionado pelo próprio motor de combustão através de uma correia.
Esse esforço extra faz com que o motor precise de mais energia, logo consome mais combustível.
O consumo de combustível pode aumentar até 20%, dependendo de alguns fatores. Em dias muito quentes, em cidade, com muitas paragens e arranques, esse impacto tende a ser maior. Em autoestrada, a velocidade constante ajuda a reduzir um pouco essa vertente.

Porque o ar condicionado utiliza o combustível?

  • Aciona o compressor que refrigera o ar.
  • Força o circulador de ar e ventiladores.
  • Reduz a eficiência do motor porque agora ele tem uma carga extra.


Ar frio aumenta o consumo. E o ar quente?

Quando falamos em “ar frio”, estamos a falar do sistema de ar condicionado propriamente dito. O compressor entra em ação.
O circuito de refrigeração trabalha em pleno: comprime, condensa, expande e evapora o refrigerante para retirar calor do habitáculo.
Há um aumento claro de consumo, porque o motor tem de fornecer energia mecânica para esse processo.
Quanto mais baixa for a temperatura no climatizador em relação ao exterior e quanto mais tempo o carro estiver ao sol, mais esforço o sistema precisa de fazer.
Por sua vez, o ar quente funciona de forma completamente diferente.
O motor de combustão, ao trabalhar, gera calor naturalmente.
Esse calor é absorvido pelo líquido de refrigeração, que circula pelo motor para o manter dentro da temperatura ideal de funcionamento.
O sistema de aquecimento do habitáculo aproveita esse calor: o ar passa por um pequeno radiador (heater core) aquecido pelo líquido de refrigeração e é soprado para o interior.

Como reduzir o consumo de combustível ao utilizar o ar condicionado?

  • Pré ventilar o carro.
  • Usar o modo de recirculação de ar.
  • Manter o sistema de AC em bom estado.
  • Usa temperaturas moderadas.
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11 de fevereiro de 2026 por Brás e Filho lda

Tudo que precisa saber sobre o Índice de Carga dos Pneus

Quando escolhe pneus novos, provavelmente olha para a medida, como por exemplo, 225/45 R17 e talvez para o índice de velocidade, se é T, H, V, W ou Y. Mas há outro elemento igualmente importante e muitas vezes ignorado, o índice de carga.


O que é o Índice de Carga?

O Índice de Carga é um número presente na lateral do pneu que indica o peso máximo que aquele pneu pode suportar quando tem a pressão correta.

Exemplo: 225/45 R17 91V

225 - largura do pneu

45 - perfil

R17 - diâmetro da jante

91 - índice de carga

V - índice de velocidade

Neste caso, o número 91 corresponde a 615 kg por pneu.


Tabela do Índice de carga


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Se o seu carro usar índice 91, não pode montar pneus com índice 88, por exemplo.


Porque o Índice de Carga é tão importante?

Segurança: Um pneu com índice inferior ao recomendado pode sobreaquecer e aumentar o risco de rebentamento;

Estabilidade: Se o pneu não suporta corretamente o peso do veículo, pode comprometer a travagem e a aderência;

Vida útil do pneu: Uma sobrecarga constante acelera o desgaste irregular;

Seguro e inspeção: Usar pneus com índice inferior ao homologado pode causar problemas legais e reprovação na inspeção.


Como saber qual o Índice de Carga correto para o seu carro?

Pode verificar:

  • No manual do veículo;
  • Na etiqueta da porta do condutor;
  • No livrete/documento único;
  • Ou junto de um especialista.

O que acontece se usar um índice de carga errado?

Utilizar um índice inferior pode provocar:

  • Sobreaquecimento;
  • Deformação do pneu;
  • Maior risco de rebentamento;
  • Perda de estabilidade;
  • Desgaste prematuro.

Além disso, pode invalidar garantias ou causar problemas com o seguro em caso de acidente.


Posso usar um Índice de Carga superior?

Sim, pode utilizar um pneu com índice de carga igual ou superior ao recomendado pelo fabricante.

Por exemplo: Se o carro exige 91, pode usar 94 ou 97, mas nunca inferior.

Em alguns casos (SUV, veículos elétricos ou carros frequentemente carregados), optar por um índice superior pode até ser aconselhável.


E nos carros elétricos?

Os veículos elétricos tendem a ser mais pesados devido às baterias. Isso significa que, precisam frequentemente de índices de carga mais elevados e a escolha errada pode afetar a autonomia e a segurança; Por isso, é fundamental verificar sempre as especificações do fabricante.


Índice de Carga vs Pressão do Pneu

O índice de carga é válido apenas se o pneu estiver com a pressão correta. Pressão baixa + carga elevada = combinação perigosa. Por isso, verificar a pressão regularmente é essencial para que o pneu suporte o peso para o qual foi projetado.


Na Brás&Filho, ajudamos a escolher pneus que respeitam todas as especificações técnicas do seu veículo garantindo segurança, durabilidade e desempenho.



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10 de fevereiro de 2026 por Brás&Filho

É possível alargar jantes de ferro?

Sim, é tecnicamente possível alargar jantes de ferro.
No entanto, não recomendamos este tipo de serviço, pois não é possível garantir plenamente a segurança do veículo após a intervenção.
Durante o processo de corte e soldadura tendem a formar-se pequenos poros na zona trabalhada, o que faz com que a jante deixe de vedar bem o ar.
Isto significa que a jante deixa de ser verdadeiramente “tubeless”, podendo originar fugas de ar, perda de pressão e problemas de condução.

E alargar jantes de alumínio?

No caso das jantes de alumínio, o alargamento também é possível, mas apenas se forem respeitadas algumas condições técnicas importantes.
O procedimento correto passa por cortar a jante na zona da face e soldar um tambor de maior largura, dimensionado para a aplicação pretendida.
Nunca devem ser feitas emendas improvisadas ou múltiplas secções soldadas, pois isso fragiliza a estrutura e aumenta o risco de fissuras e ruturas.

É possível alterar a furação das jantes?

Esta é uma dúvida muito comum, especialmente em quem quer montar jantes de um carro noutro modelo com furação diferente.
Embora existam técnicas para “tapar” e voltar a furar, ou para acrescentar furos, não recomendamos a alteração da furação das jantes.
Os motivos são simples:
A zona dos furos é uma das áreas que mais esforço sofre, principalmente em travagem, curvas e impactos.
Ao modificar a furação, remove-se e altera-se material estrutural essencial, aumentando o risco de fissuras e falhas.
Pequenos desvios de alinhamento podem gerar vibrações, aperto irregular dos pernos e desgaste prematuro de componentes.

Quantas vezes posso maquinar uma jante?

A maquinação de jantes pode ser efetuada várias vezes ao longo da vida da jante, desde que se respeitem limites rigorosos de remoção de material.
Em cada intervenção deve ser retirado o mínimo indispensável, não excedendo cerca de 1 mm de material por maquinação.
Ao usar tornos CNC de elevada precisão é possível garantir um acabamento muito próximo do original, preservando o equilíbrio e a geometria da jante.
Ainda assim, é essencial avaliar sempre a espessura remanescente e o estado estrutural antes de voltar a maquinar.

Posso alterar o ET das jantes?

Sim, é possível corrigir ligeiramente o ET (offset) através da maquinação da zona do cubo da jante, mas com limites muito claros.
De forma geral, admite-se retirar até cerca de 5 mm na face de apoio, o que permite que a jante fique ligeiramente mais “para dentro” da carroçaria.
Ultrapassar este valor aumenta o risco de fragilizar a área de apoio e comprometer a fixação.
Se o objetivo for que a jante fique mais “para fora” (para encher mais o guarda-lama), não se deve retirar material: nesse caso é necessário recorrer a espaçadores apropriados.
Tal como em todas as modificações, é indispensável verificar a compatibilidade com o veículo, a interferência com travões e suspensão e o enquadramento legal para circulação em estrada.

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