Blog

Imagem do Post 124
10 de dezembro de 2025 por Brás & Filho

É possível mudar a medida original dos pneus do seu carro?

Nem todas as alterações são permitidas e algumas podem até comprometer a segurança e a legalidade do carro.
Antes de escolher pneus diferentes dos homologados pelo fabricante, é essencial compreender quais as medidas equivalentes, quais as limitações legais em Portugal e como garantir que a alteração é feita com total segurança.


Quais são as medidas originais de um pneu?

A medida original é aquela certificada pelo fabricante do veículo, presente no livrete ou no autocolante da porta do condutor. Inclui:

  • Largura (ex.: 205)
  • Perfil (ex.: 55)
  • Diâmetro da jante (ex.: 16)
  • Índices de carga e velocidade

Estas medidas foram definidas para garantir segurança, conforto, eficiência e desempenho correto de sistemas como ABS, ESP, suspensão e direção.


É possível alterar a medida original dos pneus?

Sim, é possível, mas apenas dentro de limites específicos. Nem todas as alterações são legais ou seguras.

A regra geral é que a nova medida deve manter:

  • Um diâmetro total muito próximo do original (normalmente dentro de ±3%);
  • Índice de carga igual ou superior;
  • Índice de velocidade igual ou superior;
  • Compatibilidade com a largura da jante;
  • Espaço físico no guarda-lamas.

Alterações fora destes parâmetros podem tornar o carro não homologado, reprovar no IPO (Inspecção Periódica Obrigatória) e até motivar problemas com o seguro em caso de acidente.


Legislação portuguesa sobre a mudança das medidas dos pneus

A legislação portuguesa estabelece que qualquer alteração que modifique as características homologadas deve ser comunicada e certificada. Isto inclui alterações ao diâmetro exterior do pneu.

Se a nova medida não constar na homologação do veículo, o condutor deve:

  • Fazer uma inspeção extraordinária;
  • Obter um título de homologação da alteração;
  • Atualizar o Documento Único Automóvel (DUA).

O que acontece se alterar as medidas sem respeitar as regras?

A alteração incorreta da medida afeta diretamente:

Segurança

  • Travagem menos eficaz;
  • Instabilidade em curvas;
  • Perda de aderência em piso molhado;
  • Aumento do risco de rebentamento devido ao índice de carga inadequado.

Desempenho

  • Aceleração menos eficiente;
  • Consumos mais altos;
  • Velocímetro a medir valores incorretos.

Durabilidade do veículo

  • Aumento do desgaste do rolamento;
  • Sobrecarga no sistema de suspensão;
  • Danos na direção.

Como saber quais as medidas compatíveis?

A forma mais segura é consultar uma oficina especialista em pneus, como a Brás&Filho, que utiliza:

  • Tabelas de equivalência europeias;
  • Sistemas de homologação online;
  • Ferramentas profissionais de verificação de diâmetros e compatibilidade.

Precisa de ajuda a escolher a medida certa? - Fale connosco!


Ler Mais Ler mais do Post 124
Imagem do Post 95
16 de setembro de 2025 por Brás & Filho

A forma correta de apertar as rodas da sua viatura

Quando pensamos em segurança automóvel, lembramo-nos logo de pneus, travões e direção. Mas há um detalhe muitas vezes esquecido que pode fazer toda a diferença: o aperto correto das rodas.


O aperto dos parafusos (ou fêmeas) é o que mantém a roda centrada e apertada ao cubo da viatura.

  • Aperto de menos: Risco da roda soltar-se em andamento.
  • Aperto de mais: Pode levar à rutura dos parafusos/fêmeas.
  • Aperto irregular: Provoca vibrações, desgaste de pneus e afeta a estabilidade do carro.

Passo a passo: como apertar rodas corretamente


  1. Limpeza antes de montar: É necessário certificar-se que a superfície de contacto da jante e do cubo está limpa (sem ferrugem, sujidade ou óleo).
  2. Aperto cruzado: Apertar os parafusos em cruz ou em estrela (nunca em círculo). De forma a que a roda fique devidamente centrada.
  3. Chave dinamométrica: O aperto final deve ser feito sempre com um dinamométrico, respeitando o binário de aperto indicado pelo fabricante.

Sequência de aperto das rodas

  • 4 furos: Cruzado.
  • 5 furos: Em estrela.
  • 6 furos ou mais: Sempre em cruz.

image info


Erros mais comuns no aperto das rodas

  • Apertar a roda com chave pneumática, visto que não está a garantir uma correta centragem da roda nem um binário de aperto exato em cada parafuso.

O aperto das rodas pode parecer um detalhe simples, mas é um dos pontos mais críticos para a segurança. Na Brás&Filho ajudamos a garantir que a sua segurança está em primeiro lugar.


Ler Mais Ler mais do Post 95
Imagem do Post 80
01 de julho de 2025 por Brás & Filho

Verniz Líquido vs. Verniz em Pó: Qual o Melhor Acabamento para as Jantes?

Quando se fala em reparação de jantes, a escolha do tipo de verniz é um passo crucial para garantir não só a estética, mas também a durabilidade do acabamento. Duas das opções mais utilizadas no mercado são o verniz líquido e o verniz em pó. Mas afinal, qual a diferença entre eles?


O que é o Verniz Líquido?

O verniz líquido é aplicado com pistola e secado normalmente em estufa. É semelhante à pintura automóvel tradicional e é composto por solventes ou componentes à base de água.

Vantagens:

  • Ideal para acabamentos especiais como efeitos metalizados, perolados ou escovados;
  • Mais fácil de retocar em caso de pequenas imperfeições ou riscos;
  • Gama ampla de texturas e brilhos (mate, acetinado, alto brilho).

Desvantagens:

  • Menor resistência a químicos e impactos comparado ao verniz em pó;
  • Pode amarelar com o tempo, especialmente com exposição solar intensa;
  • Aplicação mais demorada e com maior emissão de solventes (menos ecológico).

O que é o Verniz em Pó?

O verniz em pó é aplicado por meio de carga eletrostática e curado a altas temperaturas num forno industrial. Não utiliza solventes.

Vantagens:

  • Alta resistência a riscos, impactos, abrasão e agentes químicos;
  • Mais duradouro em condições adversas (sal, humidade, raios UV);
  • Processo mais ecológico (sem solventes);
  • Ideal para uso intensivo ou para quem quer durabilidade a longo prazo.

Desvantagens:

  • Menor variedade de efeitos e acabamentos personalizados;

Mitos e Curiosidades

Diferença na Espessura

  • O verniz em pó forma camadas mais espessas (e mais protetoras), mas pode ocultar pormenores visuais.
  • O verniz líquido permite camadas finas, o que é essencial em jantes com textura ou acabamento escovado.

Tempo de Secagem e Produção

O verniz em pó, embora precise de forno industrial, tem um ciclo mais previsível e rápido. O verniz líquido exige tempo de secagem entre demãos e é mais sensível a erros no ambiente de aplicação (temperatura, humidade, etc.).


Limpeza e Manutenção

O verniz em pó oferece menor porosidade e melhor repelência a sujidade, facilitando a limpeza regular das jantes.


Custo Final

O verniz em pó pode implicar um investimento inicial mais alto em equipamento, mas oferece maior eficiência e menor retrabalho, o que pode compensar no médio prazo.


Descubra mais acerca destas diferenças - Instagram


Ler Mais Ler mais do Post 80
Imagem do Post 77
Imagem do Post 73
Imagem do Post 60

Peça aqui o seu orçamento

    Informações Pessoais
    Informações Veículo
    Sem ficheiro selecionado
    Quero receber promoções e novidades
    * Campos de preenchimento obrigatório
    Subscreva a nossa Newsletter e ganhe 10€ de desconto
    Com a nossa Newsletter, vai poder receber campanhas exclusivas, vendas antecipadas e ficar a par das nossas novidades! Os seus dados serão utilizados exclusivamente para o envio da nossa newsletter e outras comunicações relevantes da Brás & Filho. Pode cancelar a qualquer momento.