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24 de fevereiro de 2026 por Brás&Filho

É indicado usar pneus runflat com pneus normais?

Totalmente desaconselhável. Se quer optar por usar pneus runflat deve colocar os 4 pneus iguais. Não é aconselhável colocar 2 pneus runflat em um eixo, e 2 pneus normais no outro.
Porquê?
Ambos têm construções e rigidez muito diferentes, o que faz o carro reagir de forma imprevisível em curva e em travagem.

O meu carro equipa com pneus runflat, posso colocar pneus normais?

Depende. Existem carros que equipam de origem com pneus runflat, que são recomendamos pelo próprio fabricante. Sempre que isso acontece, deve ser respeitado.
Um pneu runflat apresenta um reforço na carcaça, ou seja, na lateral do pneu. Este pneu não adorna tanto na curva, ou seja, nota mais precisão na direção e é possível circular com o pneu furado até 80km, com uma velocidade de 80km/h.
Se optar por colocar pneus normais poderá notar que o veículo perde estabilidade e precisão na direção, principalmente em quem pratica uma condução mais desportiva.
Em alguns casos existem também jantes que são apropriadas para serem equipadas com pneus runflat.

E se tiver pneus normais? Posso usar marcas diferentes?

Sim, desde que no mesmo eixo os pneus sejam iguais – em marca, índice de carga e velocidade. A medida dos pneus deve ser sempre respeitada.
No entanto, existem modelos de carro que é aconselhável colocar os 4 pneus iguais:

  • Carros com tração às 4 rodas
  • Carros mais desportivos
  • Pneus de inverno ou all season
  • Se não for possível realizar a rotação dos pneus
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10 de fevereiro de 2026 por Brás&Filho

É possível alargar jantes de ferro?

Sim, é tecnicamente possível alargar jantes de ferro.
No entanto, não recomendamos este tipo de serviço, pois não é possível garantir plenamente a segurança do veículo após a intervenção.
Durante o processo de corte e soldadura tendem a formar-se pequenos poros na zona trabalhada, o que faz com que a jante deixe de vedar bem o ar.
Isto significa que a jante deixa de ser verdadeiramente “tubeless”, podendo originar fugas de ar, perda de pressão e problemas de condução.

E alargar jantes de alumínio?

No caso das jantes de alumínio, o alargamento também é possível, mas apenas se forem respeitadas algumas condições técnicas importantes.
O procedimento correto passa por cortar a jante na zona da face e soldar um tambor de maior largura, dimensionado para a aplicação pretendida.
Nunca devem ser feitas emendas improvisadas ou múltiplas secções soldadas, pois isso fragiliza a estrutura e aumenta o risco de fissuras e ruturas.

É possível alterar a furação das jantes?

Esta é uma dúvida muito comum, especialmente em quem quer montar jantes de um carro noutro modelo com furação diferente.
Embora existam técnicas para “tapar” e voltar a furar, ou para acrescentar furos, não recomendamos a alteração da furação das jantes.
Os motivos são simples:
A zona dos furos é uma das áreas que mais esforço sofre, principalmente em travagem, curvas e impactos.
Ao modificar a furação, remove-se e altera-se material estrutural essencial, aumentando o risco de fissuras e falhas.
Pequenos desvios de alinhamento podem gerar vibrações, aperto irregular dos pernos e desgaste prematuro de componentes.

Quantas vezes posso maquinar uma jante?

A maquinação de jantes pode ser efetuada várias vezes ao longo da vida da jante, desde que se respeitem limites rigorosos de remoção de material.
Em cada intervenção deve ser retirado o mínimo indispensável, não excedendo cerca de 1 mm de material por maquinação.
Ao usar tornos CNC de elevada precisão é possível garantir um acabamento muito próximo do original, preservando o equilíbrio e a geometria da jante.
Ainda assim, é essencial avaliar sempre a espessura remanescente e o estado estrutural antes de voltar a maquinar.

Posso alterar o ET das jantes?

Sim, é possível corrigir ligeiramente o ET (offset) através da maquinação da zona do cubo da jante, mas com limites muito claros.
De forma geral, admite-se retirar até cerca de 5 mm na face de apoio, o que permite que a jante fique ligeiramente mais “para dentro” da carroçaria.
Ultrapassar este valor aumenta o risco de fragilizar a área de apoio e comprometer a fixação.
Se o objetivo for que a jante fique mais “para fora” (para encher mais o guarda-lama), não se deve retirar material: nesse caso é necessário recorrer a espaçadores apropriados.
Tal como em todas as modificações, é indispensável verificar a compatibilidade com o veículo, a interferência com travões e suspensão e o enquadramento legal para circulação em estrada.

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29 de janeiro de 2026 por Brás & Filho

Equilibragem de rodas vs Alinhamento de direção. Quais as diferenças?


Se o volante treme, o carro puxa para um dos lado ou se os pneus estão a apresentar um desgaste uniforme, é comum ouvir: “Precisa de alinhar a direção."
Mas será mesmo alinhamento de direção? Ou será equilibragem de rodas?


O que é a equilibragem de rodas?

A equilibragem serve para garantir que o peso do conjunto do pneu e da jante, sejam distribuídos de forma uniforme.
Quando uma roda não está equilibrada é comum sentirem-se vibrações no volante, e na carroçaria.


Quando é necessário equilibrar as rodas?

Deve fazer a equilibragem quando:

  • O volante treme entre 80 e 120 km/h;
  • Sente vibrações no geral, no carro;
  • Troca de pneus ou jantes;
  • Bate num buraco ou passeio, com mais força;
  • Faz reparação de pneus ou jantes.

Normalmente, sempre que se monta um pneu novo, a equilibragem é obrigatória.


O que acontece se não fizer equilibragem das rodas?

  • Vibrações no volante e na carroçaria;
  • Desgaste irregular dos pneus;
  • Desgaste de rolamentos, suspensão e direção;
  • Menor conforto e estabilidade.

O que é o alinhamento de direção?

O alinhamento ajusta os ângulos das rodas para que fiquem paralelas entre si e perpendiculares ao chão. Estes ângulos (convergência, câmber e caster) garantem que o carro circule em linha reta.


Quando é necessário alinhar a direção?

Deve fazer alinhamento quando:

  • O carro puxa para um lado;
  • O volante fica torto ao andar em linha reta;
  • Desgaste irregular dos pneus;
  • Após a troca de pneus;
  • Depois de trocar componentes de suspensão/direção;
  • Após impactos fortes (buracos, acidentes).

O que acontece se não fizer o alinhamento de direção?

  • Pneus desgastam-se de forma irregular e com mais rapidez;
  • Maior consumo de combustível;
  • Direção instável;
  • Menor segurança em curva e travagem;

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